E Lá Vem História…( Cap 19)

Não deixaram… elas não deixaram.
As alianças ficaram prontas dentro do prazo, mas o jantar que eu havia prometido ao bom amigo que iria recorrê-las não se concretizou. Dois dias antes ele teve um sério problema de coluna que não o deixava mover-se. Isso significava não conduzir, não caminhar, não nada! Sua noiva nos trouxe as alianças numa tarde em que não estávamos em casa, deixou-as na casa dos vizinhos e apenas uma semana depois descobrimos o fato. Claro que o jantar foi adiado sem data prevista… para 2007.
As bruxinhas erraram o alvo e acertaram um amigo que só estava querendo ajudar.
Na verdade elas estavam se concentrando em outro departamento. Para começar, esfregaram as mãos na odisséia que tive de enfrentar para encontrar o que vestir. E começou no final do mês de Outubro.
Eu confeso que não estava muito preocupada. Esperava perder algumas quilos – Oh!My God! – incômodos antes de meter-me nos provadores das lojas espanholas, sem arrancar os cabelos e chorar desesperada com os tamanhos dos manequins atuais.
Mas, quando comecei a receber telefonemas de amigos e familiares, todos perguntando-me o que eu pretendia usar, comecei a preocupar-me em sério.
Cunhadas, amigas, primas e até a mãe do prometido estavam em polvorosa para saber o que a brasileira iria escolher para casar-se. Hum…tá.
No início eu respondia divertida que já havia comprado a coroa e só faltava decidir a cor do manto, mas como ninguém ria com a minha graça, comecei a pensar que elas estavam deveras assustadas com o que iriam se deparar no dia do casamento! Ho Ho Ho!
(Se eu fosse mais ousada, teria me fantasiado de algo, justo no dia anterior, só para assustá-las. Teria sido bárbaro! )
Então…quando os homens da família começaram a fazer-me a mesma pergunta, preocupei-me mesmo. Que coisa! Era assim tão importante saber ANTES o que eu iria vestir?
Pois sim.Parece que sim. Tomei a decisão de começar imediatamente a procurar meu vestido e criei mentalmente os requisitos: bonito, elegante, simples e nada a ver com o tradicional das noivas. E não muito caro, por supuesto!
Todas as amigas se ofereceram para ajudar-me. Bom. Muito bom.
Tentei com a primeira. Decepção total. Noventa por cento das roupas oferecidas nas vitrines das boas lojas eram negras, tons variados de marrom ou cores muito escuras, quase fúnebres. Os dez por cento restante era composto de grossos abrigos, botas de cano alto e blusões de lã.
Tá! Casar de preto ou marrom? Nunca!
Eu havia esperado demais. Estávamos já em finais de Outubro e todas as lojas estavam vendendo para o outono e próximo inverno. Isso. Inverno europeu, entenderam? Lã!
Aliada a essa condição ( que eu nem havia pensado ) estava a famigerada dificuldade de encontrar coisas bonitas do tamanho normal de uma mulher grande. E isso eu deveria ter recordado.
Além de não encontrar meu tamanho em qualquer loja, ainda há aquelas que decidem ter suas próprias medidas.
Agora não tem mais quem se entenda nesse mundo da moda! Quem disse que 38 é 38 em toda parte? Mentira! Minha filha tem roupas que variam de 36 a 42, vejam só!
E muitas lojas aqui se recusam a ter manequins maiores que esses. 42 é seu “tamanho G”.
Tamanhos 44 ou 46 de toda a vida, isso não! São grandes demais, deformam a prenda e não entram em suas coleções! E dpeois, nem pensar em ter esse tipo de clientes passeando entre seus corredores! Gordas dentro da loja? Que baixaria!
Já olham em pânico quando insistimos em entrar. E se você perguntar se há números maiores, lhe olham com uma carinha de ora, por favor, não se enxerga !?
Ora, por favor, não se enxerga digo eu. Fico indignada com isso.
Sabe o que é pegar uma roupa tamanho G e a danada não passar nem acima dos joelhos? Isso está dizendo que você não tem a menor chance de caber no seguinte tamanho, se houver, que já será EX.
Já sabem: Ex – mulher. Eu já escrevi sobre o assunto aqui antes, mas não acho muito repetir. Temos que lutar contra essa discriminação!
Um parêntese por favor.
(Agora há uma proposta do Ministério de Saúde da Espanha ( aqui )para igualar os tamanhos das roupas em todas as confecções. E incluir o tamanho 46 na coleção normal e não “especial” como está hoje. Claro, como o tamanho 46 atualmente é considerado especial isso significa, fora do padrão normal, então ele pode ser muito mais caro.
Isso é irreal! A maioria das mulheres grandes usa 44 ou 46!
Vamos esperar para ver no que essa proposta vai dar! Tomara dê mesmo certo.Outro dia vi na TV que estão pesando e tirando as medidas de uma quantidade enorme de mulheres NORMAIS para redesenhar os padrões da mulher espanhola. Sí!
Tá bom, sou brasileira, mas pelo menos vou poder saber qual é meu número de verdade!)
Sim, mas meu problema continuava aí e era urgente encontrar algo! Estava a apenas um mês e meio de meu casamento e não encontrava nada que eu pudesse vestir justamente no dia em que todo mundo estaria olhando TUDO em mim!
Mandar fazer uma roupa a essa altura do campeonato seria uma grande tolice. Nunca deu certo comigo essa coisa de “mandar fazer”. Nunca saiu do jeito que eu imaginei que saisse. E o pior: tinha que pagar mesmo se não gostasse. Vestir sem gostar é terrível, né não?! Imagine no dia do casamento.
Claro… também nunca fui a Dior. Nem iria agora. Passei pelo outro lado da calçada! Ho ho ho! Preço também era um fator para ser levado em consideração, embora eu estivesse disposta a gastar mais do normal em função da ocasião.
Já recordada de todas as dificuldades que teria, comecei a procurar nas lojas onde havia menos probabilidades de me enforcar nas cabines de provas ou sair com cara de choro de algumas delas. Coisa não muito fácil, já que conheço poucas e sair de compras não tem sido um esporte muito praticado por mim nos últimos anos. Fora o mercado, onde me divirto, só compro em lojas esportivas ou no Corte Inglês. Nunca saio pelas lojas de Madri.
Então…
Casar exigiria um esforço extra não é? Sim, claro. Alguém poderia querer vestir outras cores durante o inverno, não é? Sim, claro. Bastaria ter paciência e procurar! NÃO É?
Sim, claro que sim. As jovens ou as magras. Essas podem usar vermelho, bege, rosa, azul ou verde no inverno. Vermelho sangue de touro, tá? E de alcinha, com um leve bolerinho transparente sobre os ombros.
Mulheres maiores que G tem que usar negro ou marrom. E pronto.
Ah! Também tinha muita coisa em “oncinha”, “leopardo” ou “zebra”.
Oh! comecei a rir diante das vitrines, meio histericazinha, admito.
Que tal a brasileira aqui vestida de oncinha no dia de seu casamento? Heim? E de índia? Gosta não? Bem que eu tinha uma fantasia lindona de índia nos meus antigos tempos dos Carnavais de Olinda!
Oh! Deus! Era preciso rir um pouco, senão o desespero entrava com todo o gás!
Mas se não o desespero, entrava sim, um imenso desânimo!
Minha amiga e eu começamos a futucar as lojas em busca de qualquer outra cor. E o que encontrávamos, sempre no setor “festas” – o que significa setor muito mais caro – era em cores estranhas como azul-pavão-com-riscos-dourados e bordado de pedras “preciosas”. Para casar de manhã? Fantasiada de pavão misterioso?
Tá. Então… que tal granate-cor-de-sofá, com panos e panos dobrados… que me deixava igualzinha ao antigo sofá da casa de meus avós, enorme e amarfanhado!
Não? Então prova essa saia cor-de-chocolate-derretido, mas que tem uma blusa estampada-com-cores-de-frutas-cristalizadas-também-bordada-com-fios-dourados, muito natalino, muito natalino!
Nãooo??? Ora, por que não provar para ver como é que fica? Perguntava a amiga, já impaciente. Comecei a ter vontade de correr, desistir. E casar de jeans e camiseta. Ou quem sabe, arriscar fazer a brincadeira do manto e da coroa, mais fáceis de achar, aposto!
Respirei fundo e tentei outra vez. Tá. Provei uma saia ( marrom, só para satisfazê-la ) e uma blusa branca com bicos bordados nos punhos e na gola. A blusa me transformava num liquidificador coberto por uma batinha de bicos, que minha mãe adorava e aumentava em dois números o tamanho de meus seios. A saia me transformava num baú de loja de antiguidades coberto por uma manta de babados de tafetá.
Eu disse que não havia gostado, que parecia deixar-me velha e barriguda. Então a minha amiga encolheu os ombros, fez uma carinha de “e daí? ” e disse: “Mas você é assim, querida. Que fazer se você tem barriga?”
Tóin! Respirei umas dez vezes, antes de responder com alguma educação e uma vontade interna de chorar ali mesmo, que se eu não tivesse bunda nem peito, não escolheria uma roupa que acentuasse isso. E que ter alguns anos a mais do que ela não me obrigava a usar roupas que não me deixassem elegante ou que me fizessem parecer muito mais velha e muitíssimo mais gorda.
Se é que tenho, AINDA, esse feminino direito!
Gemi. Tirei a roupa e não quis provar mais nada. Queria apenas ir para casa e pronto. Outro dia tentaria outra vez. Naquele dia não podia mais.
Pois sim… na saída vi algo que me chamou atenção, mas a raiva não me deixou parar e procurar meu número. Claro que não devia haver!
Ainda saí com outras duas amigas e cascavilhamos Madri, mas nada me agradava. Algumas roupas tinha preços exorbitantes para uma coisa que nem havia caído bem em mim, outras não tinham meu tamanho e outras eram horrorosas mesmo.
Imaginem só, pagar uma fortuna para ficar bem feia e gorda no dia do meu casamento com olhos-de-mar-azul. Nem morta!
Criei todas as fantasias negativas. Imaginei seus amigos perguntando-se o que ele havia visto em mim, sua família balançando a cabeça de um lado para o outro, sem entender como se casava comigo, minha filha com carinha de “está tudo bem, mãe! o que importa é que você está feliz!” Pronto. Fiquei com um mal humor desgraçado e comecei a ter insônia. Todos as noites.
Tive até vontade de voltar a fumar. Juro!
Tentei procurar na Internet endereços de lojas especializadas em Noivas e Madrinhas. Que boa idéia, heim? Oh! sim, esquece! As noivas todas tem 20 anos, vestem vestidos bordados e apertadinhos, longos e brancos.
E as madrinhas? Só existem dois tipos: as que tem 55 quilos e podem usar cores bonitas em vestidos alegres e bem cortados e as senhouras gordas, que devem – todas – gostar de vestidos duas peças, sem forma, de cores escuras e com pedrinhas bordadas no cangote!
Ah! E que custem os olhos da cara!
Quem disse que gordinhas gostam de ficar feias? Quando? Onde isso?
Não quero mais casar!
Entrei em pânico!
Dei um tempo. Fui fazer outras coisas até passar a agonia. Fui à Barcelona para visitar a Virgínia, imaginar nosso futuro barco a vela no Salão Náutico e assistir um concerto de José Luís, meu enteado, numa apresentação única na Espanha da Orquestra Verbier.Que delícia de programa!
Psssit! Leia bem baixinho! Não resisti e dei uma olhadinha nas lojas. Tudo marrom e preto. Tá.
Voltando a Madri saí com Anlene. Rodamos um dia inteiro por todas as lojas que ela conhecia, até que entramos no Corte Inglês, numa das lojas da grande rede espanhola. E lá estava. Era um conjunto gracioso e feminino, composto por uma saia leve, estampada de tons groselha e cereja e um casaquinho de algodão crú, cor de cereja, lindo. Era justamente aquela roupa que eu havia gostado naquela primeira tentativa frustrada citada aí em cima.
Se eu havia gostado dela naquele primeiro dia, imagine o quanto estava gostando agora! Depois de tudo o que havia visto e provado, ela me parecia simplesmente bárbara!
Vai ser essa, decidi.
Tinha meu número! Vibrei. Escolhi uma camisa de seda branca para usar por baixo do casaquinho e fui feliz para o provador. A saia era do meu tamanho, mas o casaquinho não dava em mim. Ficava meio apertado no braço “Uchôa de Medeiros” ( leia-se “de lenhador” ) que eu sempre tive. Que inferno! Senti-me como a irmã malvada da Cinderela provando o tal do sapatinho de cristal. Queria cortar metade do braço, para que ficasse bem. Oh! Por favor!
Pedi um número maior à vendedora. Ela disse que não tinha. Aquele era o último. Mentira! Impliquei. Agora eu não ia desistir fácil. Pedi a vendedora que tentasse chamar as outras lojas para ver onde ainda poderia haver meu manequim. Ela disse que não ia adiantar, que já havia tentado para outras clientes e não havia mais nenhum em toda Madri! Insisti que tentasse outra vez. Ela teimou que não. Eu já estava com vontade de avançar no telefone e chamar eu mesma…
Pensei em procurar o supervisor, o gerente, o que fosse. Então tive uma idéia: pedi-lhe que chamasse a loja central de Barcelona, pois ali minha amiga podia comprá-lo para mim. Ela fingiu que concordava. Saiu. Me fez esperar meia hora e voltou triunfante. Em Barcelona também não tinha. Riu, satisfeita de sua vitória.
Não acreditei. Claro que não acreditei!
Filha de uma… criatura sem sentimentos… sua… pensei tudo que podia pensar de de ruim sobre a vendedora. Miserável, imprestável! Fiquei olhando para ela, muda de impotência. Fuzilava-a com meu olhar. Mas ela ria feliz. No hay!
Anlene salvou-a de morrer estrangulada entre meus dedos. ( Ela não estava histérica, conseguia pensar.) Sugeriu que eu comprasse a saia e a blusa e anotasse a referência do casaquinho. Se não o encontrasse em outra loja da rede, podia devolvê-las e receber o dinheiro de volta. Achei a idéia boa. Valia tentar. Isso significava que tínhamos, ambas, a certeza que a bruxa mentia e que havia ainda alguma possibilidade.
Pois sim. Comprei as duas peças e tomei o trem para casa. No caminho fui escrevendo num caderno uma rede de amigas espalhadas pela Espanha que poderia procurá-lo para mim. Barcelona, Málaga, Algeciras, Cádiz, Bilbao, Guadalajara, Zaragoza… etc.
Agora eu queria casar com aquela roupa. Só desistiria se não houvesse NENHUMA chance.
Na estação de trem perto de minha casa, o prometido me esperava. Contei-lhe meus planos. Detestei a idéia de voltar para casa com meia-roupa, faltando apenas um mês para o casamento e já sabendo que agora é que seria impossível gostar de outra.
Sou assim, quando implico com um vestido já me imagino com ele e não consigo me ver em outro. É horrível, mas é assim!
Olhei para cima para soprar meu cansaço e vi a placa inconfundível da loja brilhando no alto. Lá estava, bem diante de mim, a primeira loja onde eu havia vislumbrado o tal conjunto. Antes de acionar a rede de amigas na busca e captura do casaquinho cereja, eu decidi conferir a mentira da bruxa, pessoalmente!
Em 5 minutos estava dentro da loja. Dirigi-me ao andar de roupas femininas com determinação e muita esperança, por favor… por favor… por favor…
Encontrei a marca que eu queria e o vi. Sim! Sim! Siiiiiiim!
Não podia acreditar no que estava vendo, mas lá estavam! Cinco casaquinhos iguais pendurados nos cabides. Cinco! Em todos os tamanhos. To-dos.
Rá! Pulei sobre o meu, vesti-o com incrédula alegria. Bingo!
Meus olhos e meu sorriso saltavam do rosto e bailavam pela loja em plena felicidade. Que fada madrinha eu tenho! É certo que me deixa sofrer um bocado, mas no final a danada transforma trapos em sedas!
Obrigada! Obrigada!!! Comprei-o imediatamente, com o coração palpitando como um tambor. Tum-tum-tum…
No andar de baixo da loja ainda dei de cara com o sapato que faria um par perfeito com o conjunto. Por metade do preço de todos os que eu havia visto até aquele momento! Saltos perfeitos, cor de ouro-velho, meu número.Rá!
Bingo outra vez!
Bingo! Bingo! Bingo! Ho ho ho! Nem bruxas nem nada… tudo dentro da sacola. Roupa completíssima!
Era dia 9 de novembro. Faltava exatamente um mês para o dia D. Agora eu podia relaxar e começar outra vez a brincar de coroa e manto com quem me perguntasse o que iria vestir.
Tranquila, heim?!
Pois não!
Não sei como, nem por que… invadiram-me uns medos. Começaram as confusões e as brigas…
Depois de quatro anos juntos numa paz e felicidade até fora de moda… estávamos brigando? Como assim?
Pois então nada de casar!

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Categorias: Coisas de Amor | Tags: , , , | 9 Comentários

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9 opiniões sobre “E Lá Vem História…( Cap 19)

  1. Cacau

    Noríssima,
    Valeu a pena esperar!
    Tenho visitado constantemente seu blog em busca de suas histórias.E já estava um pouco triste. Já nem queria ver mais a telinha do YouTube (Apesar de ter adorado e me dado vontade de sair abraçando Deus e o mundo). Mas eu queria mais Nora.
    Como testemunha ocular do casamento , devo dizer que você estava maravilhosa!!!!Seu traje foi o complemento perfeito para seus sorrisos lumisos. Você estava (está) resplandecente!!!!
    Com amor
    Cacau

  2. Nora, faço minhas as palavras da Cacau! (e daqui mando um beijo pra ela). Valeu a pena insistir, mas acho que temos que voltar na loja para zoar um pouco daquela fulustreca-megera-bruxonilda… Beijos.

  3. Mariaelisa

    Aiiiiiii!
    Ufa!!!!!
    Parece até que eu gosto de sofrer hohoho.
    Me diga já pensou em fazer guião (guions) de filmes?
    scripts, roteiros?
    Como ainda não estou acostumada, nem me diga, quero esperar pra ver essa coisa de força de bruxa e de fada-madrinha.
    O engraçado de tudo é que deve mesmo escrever bem, pois o final a gente já sabe; happy end!;-)
    Muchos besos, carina.

  4. Ufa! Ainda bem que eu sei que essa “novela” teve um final feliz!
    Que agonia, hein, Nora?
    Beijos.

  5. How about one little history, at least?
    Besitos
    M.

  6. Desculpe, Nora, estava indo para minha consulta e ao mesmo tempo colocando os links no SRFalbbergasted – me confundi…. tenha paciencia comigo, esses erros acontecem demais, vou modigficar agora.
    Se é que isso é a pergunta: Aquela web é o que?
    Descukpe, linda
    Foi a emoção: a primeira vez que saí e assinei minha próprio endereço de blog:-)
    Que chic:-)))

  7. Norita, que odisséia, não? Sofri e torci muito enquanto lia tua narrativa, mas tudo está bem quando acaba bem. Beijo pra você e saludos ao maridinho.

  8. Nora eu também senti dificuldades para encontrar a roupa ideal. E meu ideal não batia com o ideal da família, pois não queria casar de branco. Comprei a primeira roupa, uma saia super colorida, mas ão encontrava a blusa. Um dia vi um vestido de florzinha, gostei, achei que era o ideal. Em casa experimentava quase todos os dias (escondido, é claro), um dia enjoei. Faltava menos de um mês e não queria mais o tal vestido. Saí procurando loja por loja um vestido e nada, Tava ficando deseperada, até que um dia encontrei e amei. Agora quanto aos tamanhos, vi em Roma uma amiga que usa 40 comprar um casaco 44 e disse que as vezes usa até 46, mas é 40-42 no Brasil.

  9. Ana Elza

    fiz bodas de prata em janeiro de 2007, foi uma confusão bem paracida, eu dizia prá todos que mim casaria de vestido de noiva ,véu e grinalda. por fim com a ajuda de uma amiga fui de vestido branco com gotas de prata, meia canela sandalia prata e arranjo prata nsa cabeça, foi surpressa até prá mim. Beijos Ana Elza 42 anos……. maniquim 46 …………

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