Finalmente, num belo e frio inverno…( Cap 22)

Segunda feira, 4 de Dezembro. O casamento estava marcado para o sábado 9, ao meio dia. Diferente do evento primaveril que imaginamos a princípio, estávamos entrando num belo e frio inverno madrileño. Mais de cem convidados, vindos de toda parte da Espanha. Amigos e familiares sem outro compromisso que não fosse estar conosco no bendito dia D. Todos confirmados…TODOS! E juro que era para ser o mais simples almoço em família. Juro! Não sei como, a lista foi crescendo sozinha, todo dia e toda noite…

Tudo bem, nós gostamos de um bocado de gente, a verdade é essa. E nosso casamento, depois da inusitada e romântica  história que vivemos, havia se transformado em um evento imperdível. As pessoas queriam estar dentro dela também. Acho que elas queriam ser testemunhas oculares do que estávamos vivendo há quatro anos. Que era possível realizar os sonhos. Ser feliz era uma possibilidade real. Muitos deles, enquanto estavam em nossa casa em alguma ocasião durante esses anos, sentiam-se mais amorosos com seus pares, demonstravam mais carinho uns com os outros. Diziam que nossa harmonia os inspirava.
Não é que assinar um pedacinho de papel fosse acrescentar amor ao nosso convívio, mas aqui na Espanha o estado civil faz muita diferença na interpretação que as pessoas fazem de um relacionamento. Nosso casamento significava, principalmente para a ala mais conservadora do nosso entorno, que estávamos “confirmando” social e juridicamente nossa intenção de seguirmos juntos. À vera!
Pois sim… no dia seguinte já estaria aqui a única representante da turma de amigos pernambucanos.
Mas nada de documentos. E sem eles não haveria casamento.
O homem do Registro Civil havia prometido de pés juntos, depois de assumir seu erro, que resolveria tudo em uma semana. Os dias passaram, acabou o prazo dele… e nada.
Olhos-de-mar-azul disfarçava seu nervosismo e tentava convencer-me que fingir uma assinaturazinha num livro falso era menos criminoso do que desmarcar tudo e avisar às pessoas que “nada, que estava tudo bem mas que podiam ir comer com a sogra que aqui não ia haver nadica de boda.”
Tá. Neguei-me. Neguei-me às duas alternativas, fingir ou desmarcar, e escolhi uma terceira: negar o problema. Saí de casa no dia seguinte para comprar uma camiseta de seda e rendas para vestir por baixo da blusa, decidida a me fazer de louca diante das bruxas..larita… laritaaa… Se elas vissem que eu não estava com medo ou arrancando os cabelos de histeria, quem sabe perdessem a graça da brincadeira de mal gosto.
Rodei por todas as lojas buscando uma simples camiseta interior para uma cinquentona gordinha – mas noiva – e com direitos iguais aos das outras noivas jovens e magras: algo sexy e bonito no dia do seu casamento.
A tarefa não era fácil. Assunto mais do que batido aqui. Já viram as camisetinhas das pessoas “maiores”? Elas parecem um babador. Arredondadas no pescoço, sem desenho nem corte. E renda? Aqui, “renda” se diz “encaje”. Encaixar pra que? Quanto mais discretas melhor, de alças largas e cor da pele, no máximo com um lacinho central, sem graça, que é para ninguém olhar duas vezes.
Mas eu achei uma. Uau! Linda. Branca, rendas finíssimas, alcinhas delicadas e fazendo jogo com umas calcinhas perfeitas, bonitas e inteiras. Nada dessa coisa sem traseiro, quase fio-dental que é moda sexy atual.( Requisito absolutamente dispensado por mim desde sempre. Não sei como as mulheres aguentam aquilo! )
Comprei o conjunto, feliz da vida. A-do-rei!
No mesmo momento em que saí da loja com um sorriso estampado na cara, soou o celular. Era o prometido.
Já tinha os papéis na mão.
Yesssss! Oh!… sim… sim…SIM!
Suspirei fundo e me senti taaaaaão feliz que não podia mais fechar a boca. Sabe cara de louca, riso de louca? E nem tchum para quem estivesse com medo de mim! Ahahahahhahah! Que foi?
Ok. Ok… eu sabia que já eram duas da tarde do dia 5 de Dezembro. Expediente encerrado. E dia 6 seria feriado. Mas isso a gente resolvia, nem que fosse invadindo a casa do prefeito em pleno Dia de La Constituición.
Ele não estava, mas tudo bem, calma… ainda tínhamos o dia 7, dia normal. Esperávamos que não tivessem declarado “puente” na prefeitura. Imprensar aqui é fácil como no Brasil.
No dia 7, às 9 da manhã estávamos em Santorcaz com tudo na mão para entregar a Florentino. Ah, Florentinozinho, por favor… não invente problemas, tá? Ele sorriu e disse que já estava pensando que havíamos desistido!
Ho ho ho! Ni muerta
Pronto. Tudo pronto.
Aproveitei a paz da manhã para fazer um bolo de noiva, como é costume no nordeste brasileiro. É feito com vinho doce e frutas cristalizadas, ameixa e passas. Uma delícia! Aqui não existe este costume. O bolo de noiva é comum, só com aquela cobertura especial e lisinha. Isso não sei fazer, mas o bolo sim. E fiz um. Cobri com açúcar fininho e pus numa bandeja. Em vez de flores, frutas ou bonequinhos de plástico, decidi fazer uma brincadeira. Enfeitei a bandeja com um barco de madeira que comprei para “concretizar” o sonho de um dia fazer uma grande viagem num veleiro, com meu lobo do mar. O barco está atracado há anos em cima da estante, junto ao farol azul. Sonhar faz bem, não é?
Para completar, juntei um marinheiro barbudo, de gesso, que havia recebido dele, por surpresa, em Recife, muitos anos atrás. Eu o deixava na sala e às vezes conversava com ele, como se pudesse realmente ouvir-me, naqueles tempos de louca e apaixonada por uma “ilusão”.
Gostei que ele pudesse estar conosco na mesa em vez de um objeto qualquer que não tivesse qualquer papel na nossa história. E, como sua parceira, uma boneca de barro, “a peituda”, sua companheira na estante desde que vim morar na Espanha. Pronto. Estava engraçadinho mesmo.
Em casa já estavam alguns dos convidados. A festa havia começado. Todo mundo achava que já que estava aqui, bem que podíamos começar, né não?
Nãooooooo! Imagine, começar a beber e comer dois dias antes! No dia mais importante estaríamos inchados, cansados e de ressaca!? Eu tinha que estar sequinha pra vestir a roupa cereja e não parecer uma!!
mafalda música
Mas o vizinho decidiu ajudar. E fez a festa na casa dele. Chamou todo mundo para um almoço de aniversário. Como assim? De repente estava todo mundo lá, bebendo, comendo, fumando, bebendo, bebendo… e bebendo.
Apareci por uma horinha, agradeci o convite e voltei para casa. Queria descansar, finalmente poder relaxar, curtir uma música suave, receber uma massagem no pé… ( de quem? ) mas tinha que conferir a arrumação do salão, levar as plantas, o som, as cortinas, contar novamente as pessoas e reorganizar as listas das mesas. Nunca entendi porque ela mudava todos os dias. A gente organizava as pessoas nas mesas e guardava o papel. No dia seguinte, ao conferi-la, estava diferente. Parecia uma mágica. De repente, descobríamos um casal fora de lugar, uma cadeira vazia. Saco! Como é que eu ia levar as plantas para o salão sozinha? E o som? Como assim SOZINHA? Essa turma que chegou antes não vinha para ajudar?! Como assim festinha na casa do vizinho?
Pois sim… todo mundo lá, inclusive o prometido. E era quinta-feira. Quinta! Eu não queria fazer TUDO justamente no dia anterior e depois aparecer no sábado com dor nas costas, pernas pesadas e cara de cansada.
A velocidade com que eu pensava tudo isso não estava lá muito saudável. Respirei fundo. Tomei um banho demorado, organizei a sala super bagunçada pela presença das bolsas e sapatos dos filhos e todos os seus objetos imprescindíveis espalhados por todas as mesas, sofás e tapetes. Quem mandou querer fazer festa de casamento! Quem mandou querer todo mundo em volta!
Em busca de um momento zen, escolhi uma música, recostei no sofá e dormi enquanto esperava que chegassem do tal almoço. Nada. Sete da noite e nada.

Quando despertei e olhei o relógio, a mulher zen do cochilo evaporou-se rapidamente e em seu lugar apareceu uma criatura em transe raivoso. Às oito e meia decidi telefonar para o celular do prometido.
“Quiéquitutáfazendoaí!!!! AINDA!” Pelo tom da minha voz ele percebeu que algo estava fora do normal e veio. ( Vê como é bom poder falar no próprio idioma nessas horas?!)
Chegou preocupado e encontrou o prototipo da mulher insuportável. Agora sim, ele ia desistir mesmo. Eu estava simplesmente horrorosa!

A cara inchada, o nariz vermelho, falando enquanto chorava com a boca enorme igual a de Mafalda, os cabelos idem, arrepiados por ter dormido com eles molhados, andando pela casa e guardando coisas nos armários, que fechava com uma força desmedida, odiando a mim mesma, sentindo-me ridícula por estar me comportando assim, por desejar ser o centro de suas atenções, que estivesse comigo conferindo os últimos preparativos e não bebendo e comendo na casa dos outros, sem mim e… e… eu estava explodindo!
Finalmente toda a tensão dos meses anteriores começou a sair por todos os poros. Comecei a enjoar e corri para o banheiro. Vomitei. Eca! como é que o cara vai querer casar com esse troço de gente!? Chorei mais e mais. Enquanto lavava o rosto me olhei no espelho. Oh! meu Deus! solucei.Tenho que parar de chorar antes de sábado!
Quando apareci na cozinha ele segurava um copo de água fresca, abraçou-me e tentou acalmar-me. “Pronto. Já está. Amanhã faremos tudo. Você descansa”, prometeu. “Eu vou ficar aqui. Que quer que eu faça?” perguntou. “Nada, a essa hora mais nada”, respondi. “Só que fique comigo.” Tá. Mais calma, cortei e pintei as unhas, ainda fungando, enquanto ele, mais uma vez, conferia e corrigia a lista das pessoas nas mesas.
Duas horas depois chegaram os festeiros e o vizinho, cantando felizes e cheios de vinho. Mas eu já estava refeita.
No dia seguinte chegaram outros hóspedes. Cada um com seus horários! Um tal de ir e vir que só vendo.
Enquanto meu pirata tranquilão terminava de organizar as bebidas, as plantas e mesas e as mulheres da família recebiam ordens da cozinheira, etc. descobri que havíamos esquecido de comprar as frutas que iriam ornamentar as mesas. Inferno! Dia 8 de Dezembro. Feriado nacional. Nada aberto. Nada! Como assim!!! Como pude esquecer isso????
Esqueci. Pronto!
Desisti da ornamentação. Ia ficar meio feio ver as mesas brancas e nuas, mas eu não podia mais brigar com as bruxas. Desta vez elas ganharam! pensei.
Que nada! Minhas amigas podiam. Rá! Uma pernambucana que não falava Espanhol e uma espanhola que não falava Português, duas artistas e tanto, uniram-se na empreitada e armadas de facas e tesouras desapareceram nas trilhas em volta da casa. Voltaram com nozes e amêndoas e improvisaram umas cestas fantásticas com frutos secos, fitas e plantas invernais. Ficou lindo e super natural!
Pronto. Tudo ok.
Só teria que livrar-me das ideias adolescentes da cunhada que queria jogar açúcar na minha cama, para adoçar nossa última noite de solteiros e tudo sairia bem. Prometi arrancar-lhe o olho esquerdo se tentasse a gracinha e … já. Esquecido o assunto.
Será que ela acreditou mesmo? Deve ter ficado no mínimo na dúvida. Uma sul americana pode ser muito perigosa, né não? Ho ho ho! E uma que vem de Pernambuco, lá onde o vento faz a curva… nunca se sabe!
Salvei-me da doce noite!
Então… Organizei a roupa sobre o aparador do quarto, provei tudo de novo, escolhi uma correntinha de ouro que ganhei de presente de minha mãe no meu aniversário de dezoito anos e uns brincos que foram dela. Na corrente decidi pendurar uma medalha que foi da minha avó, outra que usei toda a minha infância e uma pequena e lindíssima figa de ébano que também era da Princesa. Queria um pedacinho de cada uma das mulheres que amaram até as últimas consequências das suas vidas, perto de mim. Quando estava tentando enfiar a corrente no pequeno aro da figa, ela se quebrou em duas, na minha mão. Ó…ó!
A figa não é um símbolo de proteção!? Como assim a danadinha se parte bem na véspera do meu casamento!? Ui, que mêda!!
Sem dizer nada a ninguém fui buscar uma cola super-hiper-rápida no armário da cozinha, mas não encontrei. Eu não sou muito shsssss….supersticiosa, hahahaha, dizendo bem baixinho… mas com essas bruxas voando sobre o telhado era melhor não dar bobeira!
Cascavilhei a caixa de jóias da Princesa e encontrei outra figa, esta de marfim. Com todo cuidado enfiei-a na corrente e guardei a quebrada dentro de um chumaço de algodão. Pedi proteção a todos os bons fluidos do universo, incluindo minha mãe e minha avó, e dormi com ela pendurada no pescoço.
No dia seguinte, tan-tan-tan-aaannnnnn… que nervoso, meu jesuscristinho! Todo mundo acordou cedo. Uns de ressaca, obviamente. Uma confusão de gente para comer e tomar banho e tal e qual. Gente se vestindo no escritório, as mulheres de roupão, maquiando-se pela casa… secadores soprando ares quentes em todos os cômodos, eu sendo requisitada para saber quem estava bem, quem estava mal ( todas estavam maravilhosas ) e então…
O grande-e-carinhoso-noivo-dono-do-melhor-dos-corações foi buscar seu irmão mais velho na estação de trem mais próxima, a meia hora daqui. Saiu às 10 horas da manhã. Uma hora para ir e voltar. Tá. Voltaria às onze, sem falta. E às doze e meia estaria lavado, perfumado e vestido, me esperando lá na Câmara dos Oficiais, onde celebraríamos a cerimônia.Tá.
Às doze ele ainda não estava aqui. O portão quebrou. O portão e-lé-tri-co da base pifou, fodeu, morreu… sei lá o que. Não abria e pronto!
Estava fazendo um frio de rachar a alma, como em nenhum dos dias até aquele. As bocas tiritando do lado de fora do carro, todos os soldados tentando resolver o problema e nada do portão abrir. Depois de um tempo escutando as risadas assustadoras das narigudas ( tinham que ser elas ) um técnico improvisado convocado às pressas conseguiu abrir o pesado portão de ferro e o carro entrou.
Ele chegou em casa correndo mas sorrindo, como sempre. Tem um humor fantástico esse meu pirata!
Não sei como ele consegue essas coisas, mas de banho tomado, perfumado e vestido, às doze e meia em ponto ele estava na Câmara, me esperando. A criatura é capaz de aprontar-se completamente em menos de dez minutos.
Agora já estavam todos lá. Só faltava eu. O padrinho prontinho na sala, esperando… e eu ainda de roupão. Olhei a tal roupa cereja sobre a cama com satisfação. Valeu a pena o suplício que passei para encontrá-la em pleno outono-inverno madrileño. Simples e elegante, era justo o que eu queria. E então… comecei a vestir-me… e a suar. Na cara, no cabelo, no pescoço, nas pernas… Já tentou vestir uma meia fina com as pernas úmidas? Hã? ( Pergunta só para mulheres, sim?) A meia furou no meio do caminho da segunda perna. Plano B. Meia suplente na gaveta. Auto comandos mentais. Calma. Tudo bem, tenho outra meia. Essa não pode furar. E eu suando… queria outra ducha ( Jorro de água dirigido sobre o corpo de alguém, com fins terapêuticos ou higiênicos, segundo Aurélio ) queria um ar condicionado, queria não suar!
Só estando louca! Um frio de morte lá fora e eu morrendo de calor. Pense. Pense. Ar condicionado do lado de fora. Abrir a janela, JÁ!! Escancarei a janela do quarto e fiquei ali, contando até dez. Em menos de segundos eu estava perfeitamente gelada. E seca. Recomecei com calma. Fui me vestindo olhando para o jardim e levando um bafo gelado por todo o corpo. Que boa ideia! Quando terminei, peguei o ramo, o braço do meu amigo e padrinho… e lá fui eu casar com olhos-de-mar-azul. Atrasei meia hora justa. Normal. Não sou da marinha nem tive qualquer treinamento militar em toda a minha vida. E depois, para quem esperou tanto… bem que podiam esperar-me uma meia horinha!
Quando entrei na sala, estavam todos ali mas eu só olhei para ele. Quando nossos olhos se encontraram e ele sorriu daquele jeito tarja-preta, confirmei o que soube desde o primeiro encontro há tantos anos: nasceu para mim esse sujeito. Onde estava? Por que demorou tanto, tanto!
Daí em diante, nem bruxas, nem duendes, nem nada. Eu e ele. Juntos. De mãos dadas. Em volta de nós as palmas, o adágio de Benedetto Marcello tocado maravilhosamente pelo filho músico, o olhar feliz da minha filha, os olhares úmidos dos amigos emocionados, as palavras de Florentino, o livro onde assinar de verdade… as minhas lágrimas misturadas com um enorme sorriso, os abraços e beijos dos amigos, o brinde com cava espanhola, a paella gostosa, os olhares cúmplices que trocávamos, a felicidade estampada em nossas caras.
Todo o resto a nossa volta foi lindo… mas o realmente especial era que o inacreditável para muitos, até para nós no início dessa história, estava realmente acontecendo. Havíamos superado todos as dificuldades, um oceano… e estávamos juntos.
Quase doze anos depois daquele primeiro e frustrado encontro na festa do Juan Sebastian Elcano em Recife, estávamos casados!
Incrível! Mas aconteceu mesmo!

Ps. A “peituda” foi roubada no dia seguinte ao casamento. Não posso nem imaginar quem possa ter feito isso. Quando estive em Pernambuco, tentei encontrar uma igual, mas não consegui. Ainda não me conformei!
Ps2: A figa de ébano já está coladíssima!

Anúncios
Categorias: Coisas de Amor | Tags: , , | 20 Comentários

Navegação de Posts

20 opiniões sobre “Finalmente, num belo e frio inverno…( Cap 22)

  1. Obrigada querida por ter me avisado que você tinha escrito esse novo post, eu ia descobrir porque passo aqui sempre, mas adorei sua atenção. Amei! O final (ou verdadeiro início) da sua história foi lindo e empolgante como toda ela, e sua narração vai nos prendendo e emocionando. Que surpresa boa ver as fotos, vc estava linda, a roupa era realmente muito bonita e o bolo com a decoração ficou o máximo. Volto para ler outras histórias 🙂
    Beijinhos

  2. Nora,
    mas como vc esta metida….As fotos estao otimos e so deu uma saudade enorme de vcs….E Pepon, como vai indo?
    Beijos nos tres.

  3. Voce tava lindona no dia do casamento e o maridinho nem ficou atras. eita casal lindo.
    Nora….tambem nao sei como a mulherada aguenta essas calcinhas fio dental(lendo teu post vi que vc tambem rejeita hehehehehe).
    bjs,
    me

  4. nora borges

    Pois é… demorou mais veio, né? Agora estou ARRASANDO de computador novo! dizem que é uma potência, eu nao entendo de nada, mas tô adorando!
    Beth, repondi por e-mail, ok?
    Sonja, Leninha! que saudade!

  5. Nora,
    Comecei o texto rindo e até tentei imaginar o seu sotaque pernambucano que eu conheço bem e adoooooooooro!
    Quase chegando ao fim, fiquei emocionada e quase choro.
    Adoro casamentos felizes!
    Ainda bem que mesmo depois de tantas confusões o final foi lindo, como vocês nas fotos.
    Sejam felizes para sempre!
    bjs cariocas

  6. Gabriela

    Norinha,
    Logo que li o e-mail com a notícia do post, corri para vê-lo.
    Você estava um gata. A roupa era linda, elegante, de extremo bom gosto e lhe caiu como uma luva.
    Como diz a minha mãe: o que tem de ser, tem força.
    Viva os noivos! Viva o amor! Viva todos os que sonham e acreditam nos próprios sonhos!! Que vocês sejam sempre muito felizes e que a gente se encontre um dia.
    Um beijo para você e el maridon.

  7. Oi Nora, sempre passo um tantinho por aqui, adoro te ler…
    Que delícia esse seu casamento!
    Inspirador… Fui imaginando tudinho e pensando que por mais simples que seja um casamento ele sempre é um acontecimento muito forte – de emoção sobretudo. Sabe que também estou para assinar uns papéis junto com o meu barbudo – olhos de amendoas-doces, rsrs. Então, passe, please, a receita desse bolo de noiva que começo a pensar que é uma fazer uma festinha… Mas fale baixo que não quero bruxas por aqui não.
    Um beijo e parabéns!

  8. onnnnnnnnnnnnnnnnn
    que lindoooooooooooooooooooooooo
    eu me apaixonei por sua história desde a primeira vez que li o comecinho dela, sabia?
    beijos, e toda a felicidade do mundo pra você 🙂

  9. Ai, eu sou fã de carteirinha desta tua história de amor! Me faz acreditar que apesar de tudo (e todas, no seu caso, as bruxas) dá tudo certo no final.
    Beijos, querida

  10. Que linda Nora! Eu adoro uma história de amor, deve ter sido a inflência de Julias, Sabinas, Biancas que lia escondida na infância. Mas essa história contada pela dama das palavras, é maravilhosa. Tudo muito poético, adorei saber esses detalhes do dia. Bjks!

  11. Socorro

    Esta tua história é mesmo de dar água na boca. É linda. É emocionante. E tem o sabor dos contos de García Márquez.
    Esta tua história de amor é uma bela história de amor, mas não seria a mesma se não fosse contada da forma que você nos conta.
    Que sejam felizes para sempre. Isso é possível, sim. Com ou sem bruxas. Ou apesar delas, vai saber…

  12. Nora, vc é muitoooooooo lindaaaaaaaaaaaaaa.
    Que bela história.
    E ele parece de contos d efadas,mesmo.
    Sorte! toda felicidade do mundo p vc que merece cada momento de alegria.
    Bjs Laura

  13. Saudade de você!
    Fiquei muito feliz em ver (ou seria ler?) a complementação da história… e as fotos… tudo lindo de viver!
    Amei!
    Vê se aparece também,
    beijo

  14. Mulheres maravilhosas, obrigada por terem vindo…obrigada pelos votos de felicidade. Sempre sao bem vindos!
    Muitos beijos! E voltem!

  15. Nora, obrigada querida pelas pals. carinhosas. Tudo passa, mesmo, hj estou melhor da dor, mas mais irritada 🙂 faz parte, vc sabe.
    ai ai
    bom, qto ao virtual, eu me sinto mais só aqui, antes tinhamos mais amigos assíduos, havia mais troca, hj há mto menos- eu teno mtos leitores do google, tenho amigos fiéis,que qdo eu ameaço parar o blog se arvoram, mas no dia à dia são menos comentários.
    Todos têm pressa, é o mundo de hj.
    Enfim…
    A vida é aqui fora, me disse um amigo uma vez. Pode ser, mas eu tb amo o virtual e gente como vc me faz me sentir menos só.
    Sempre me comoveu- hj não foi diferente.
    Bjs Laura

  16. Nora eu esqueci de comentar…voltei para te perguntar, como você ainda teve cabeça para fazer um bolo? Isso foi para acalmar? Achei lindo o marinheiro, a peituda e o barco. E o bolo aprecia muito bom.

  17. Nora,
    passei uma semana sem ler e estava perdendo o the end, o clássico, como em Jane Austen!
    Felicidades e um abraço bem apertado para vocês!
    Raquel

  18. Bem…Li tudinho e estou aqui com um sorriso por você. A história é linda e delicadamente contada, querida. Certamente vocês merecem.
    Beijo carinhoso,
    Silvia

  19. Acho que você vai ter que escrever um livro.
    Eu comecei a ler a história pelo casamento, mas imagino que em 12 anos de espera, tenha muita coisa interessante pra ler, aqui. Por isso está devidamente linkada no meu blog(se me permite)pra eu não perdê-la de vista.
    Beijos e muitas felicidades com seu amor.

  20. que lindas fotos! adorei! beijos!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s