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Resgates do Cicatrizes da Mirada 4

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Em obras…


Eu tenho blog desde Maio de 2003.

Comecei em outros endereços e com outros nomes: Impressões, Como Shirley Valentine, Cicatrizes da Mirada e, finalmente, o Língua de Mariposa.

Esse vingou como um representante de todos os outros e permanece há cinco anos , apesar das longas desaparecidas.
Agora estou prestes a mudar outra vez…

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Eu insisto…

Estou navegando outra vez… devagarzinho. Uso um computador emprestado que não gosto muito porque não tem acentos e eu tenho que escrever dentro do Gmail porque o Word dele funciona mal e de vez em quando apaga tudo.
A campanha está em pleno vôo…e o novo computador já vem no mês que vem. Rá!
Claro, por enquanto este aqui vale mas não é como ter os meus arquivos a mão, minhas fotos, minhas anotações.
Estou aproveitando para dar uma renovada nos links e visitar os blogs que eu visitava de vez em quando. Descobri que muitos desapareceram. Uns se despediram num último post, outros simplesmente deixaram de postar, alguns mais apenas mudaram de endereço, de cara, de nome.
Algumas pessoas tiveram suas histórias bruscamente alteradas por uma doença ou perda de um ser querido e seus blogs refletem essas mudanças. Vi que um bocado de gente mudou de cidade, de país…
Dentro da Verbeat  também houve um mundo de alterações. Gente nova chegando, gente saindo, gente abrindo outros blogs… mudanças que eu não acompanhei. Percebi que estava longe da net há um bocado de tempo. Mais tempo do que eu queria acreditar.
Quando comecei a blogar, em maio de 2003, fiz parte, por um tempo, de um grupo de blogueiros muito legal e podia, dentro das limitações da minha conexão, visitá-los com certa frequência. Depois de 2005 o boom de blogs foi tão grande que me perdi. Já não pude acompanhar a expansão… a não ser que pudesse ( e quisesse ) passar o dia ( e a noite ) no computador. Eu acho que nem assim…

Nunca aprendi a usar o RSS. Gostava de entrar no blog, gostava de ver a página em seu original.
Não entendia muito bem por que as pessoas valorizavam tanto o tempo que economizavam lendo os textos sem entrar no blog, até que me explicaram que precisavam ler entre 200 e 300 blogs por dia. Uff! Acho que fui ficando com um certo complexo de inferioridade. Passei a visitar dois ou três… por semana! Ou quatro por mês…Ou nenhum!
E foi assim que eu fui me desligando dos blogs e dos seus assuntos.
Mas eu quero voltar. Quero continuar a escrever aqui, mesmo sabendo que meus amigos de carne-e-osso e irmãos não lêem. Que a maioria dos meus amigos-virtuais de antes não vem mais aqui, que os prováveis visitantes que lêem um ou outro post através de alguma busca do Google nunca comentam nem deixam pistas maiores que o registro do contador.
Não importa. Vou voltar por mim. Porque eu gosto de escrever, porque preciso pensar alto e quando escrevo aprendo mais sobre mim ou sobre o tema que escrevo.
Tenho a sorte de ter também uns leitores-amigos-virtuais que nunca desistem de mim e sempre estão bisbilhotando o Língua atrás de novos escritos.
Vou tentar trazer uns posts antigos do Cicatrizes da Mirada, pois este sim, de vez em quando ainda recebo e-mail pedindo-me cópias de antigas publicações.
Antes me dava um certo corte repetir posts antigos, mas agora, aproveitando a “penumbra” e os poucos que ainda estão por aqui eu vou trazê-los, se não se importam.
É isso. Voltei.

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Mais Uma Mudança…

Eu e minhas muitas mudanças!
Até parece que elas acontecem apenas para dar um toque de balanço nessa vida de jardineira que tenho levado.
A partir de agora vou manter um único blog. Este.
O Cicatrizes da Mirada está perto de ficar sem espaço e em breve vai começar a perder os arquivos.
O Síndico da comunidade Verbeat, o Gejfin, ofereceu-se para trazer os arquivos para o Língua de Mariposa, mas já cansei de republicar posts atrasados nos muitos blogs que já perdi pelos caminhos da blogosfera.
Assim, decidi o seguinte: vou começar a escrever os novos posts sobre a Espanha aqui. Criarei um categoria para eles. E, para não perder tudo o que já publiquei, estou fazendo um back up dos antigos posts num blogspot, já que agora se pode postar fotos com tranqulidade.
Bueno… é isso. Por enquanto.
A maioria dos amigos que frequenta o Cicatrizes da Mirada já leu e releu os posts passados, assim que vou deixar aí ao lado o link do endereço novo, apenas para podermos acessar algum arquivo sobre as muitas cidades espanholas que já visitei.
Espero que a partir de hoje, eu possa atualizar com mais frequência esse blog e dinamizá-lo mais.E vou também ter mais tempo para visitar os maravilhosos blogs da “listinha” ao lado!
Vai ser mais cômodo para mim e acho que também para vocês!

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Viver … e Contar.

Não sei como agradecer os comentários deixados no post anterior. Acho que dizer obrigada é pouco.
Pensei que falar das Cicatrizes e como elas se produziram, além de gerar um bom assunto para conversar no blog, ajudaria algumas pessoas a identificarem sintomas seus, passados ou presentes.
Em vez de escrever sobre depressão usando um texto técnico, poético ou subjetivo, escolhi contar uma história. Esse é meu ponto forte.
Gostaria de saber fazer diferente e escrever como alguns blogueiros que eu visito e que admiro pela classe e estilo, mas não sei. Eu sei contar histórias.
Enquanto pensava em como expressar em palavras o que havia vivido, li alguns textos fortes sobre o mesmo assunto em outros blogs que me ajudaram muito. Excelentes posts, como o poema que li na Helô ou como o texto da Adelaide Amorim, que gentilmente concordou em que eu o utilizasse como ponto de apoio.
Cada um usa suas ferramentas. Eu usei as minhas.
Fácil não foi. Mas o difícil existe para ser superado.

Desvelar-me não constitui um problema para mim. Não mais.
Exige um tanto de coragem, é verdade. Mas esta eu herdei da Princesa, como disse num dos posts anteriores. E tenho meus filtros… nem tudo está escrito aqui.
Eu sei que a exposição pode, às vezes, trazer consequências desagradáveis. Entretanto, tive a sorte de que a esmagadora maioria dos que estiveram nesta página durante estes dois anos e pouco ( tanto os que deixaram seus comentários quanto os que calaram suas opiniões ) terem sido, no mínimo, educadas e maduras. Algumas delas já considero amigos, tal a atenção e afeto que expressam e que eu retribuo.
Também recebi inúmeros e-mails durante todo esse tempo. Alguns sentiram-se como se estivéssemos juntos, conversando no sofá da sala ou confortavelmente instalados na mesa da cozinha, tomando um café na caneca azul, esperando os biscoitos perfumados saírem do forno. E contaram-me também suas histórias.
Sobre o curto-cicuito, escreveram-me pedindo que continuasse o assunto, pois precisavam saber como sair de suas penumbras.
O mesmo aconteceu antes, com a minha história de amor em capítulos, que muitos acompanharam cheios de esperança renovada de que era possível sonhar e viver um amor de verdade, outros porque se divertiam, viam poesia ou simplesmente gostavam de minha forma de escrever.
Creio que o tema central do Língua de Mariposa é esse: cumplicidade de sentimentos. Sejam eles dolorosos, nostálgicos ou bem humorados.
Tento comparti-los com honestidade, transparência e boa vontade.
Escrever é meu vício.
“Viver Para Contar”, diz García Marquez.
“Confesso que Vivi”, disse Neruda
Não sou escritora, nem poeta… mas vivo.
E confesso que gosto de contar.
Com toda intensidade.

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