Mundo Virtual

A Parada é na Central do Textão

Pois é. Através da Beth Salgueiro vim parar aqui, na Central do Textão.

Na verdade, eu adoro textão.

cartas

Desde as épocas mais remotas de minha vida, eu gostava de escrever. Tinha cadernos “secretos”, escrevia cartas enormes para primas e amigas, escrevia resenhas sobre os filmes que via, sobre as músicas que gostava. Colava imagens  recortadas das revistas nas páginas destes cadernos e me inspirava a escrever ou buscar uma poesia que “combinasse” com ela.

Foi uma maravilha descobrir o mundo dos blogs, em 2003, enquanto vivia em Santorcaz, um pequeníssimo povoado pendurado em um monte perto de Madrid. Dali eu escrevia para o mundo. Escrevi durante sete anos.

O que começou como uma forma de mostrar à familia e amigos a nova experiência que eu vivia se transformou numa forma muito mais ampla de comunicação, onde pessoas desconhecidas, espalhadas pelos continentes, entravam na página e deixavam comentários maravilhosos. Comecei a construir uma rede de amigos blogueiros e trocar impressões com eles. Aliás, Impressões foi o primeiro nome do blog. Depois, com o tempo, ele foi se transformando no Cicatrizes da Mirada porque esse título era uma forma poética de dizer o que eu estava aprendendo sobre a cultura espanhola, sua arquitetura, história, gastronomia. Foi bárbaro!

Muita água rolou. O blog desapareceu duas ou três vezes. E graças a um amigo blogueiro do Brasil, que tinha muitos dos meus posts copiados em seu computador, pude recupera-los. Ele me mandou por correio em um CD. Uma maravilha!  E hoje o Cicatrizes da Mirada é uma categoria do Língua de Mariposa.

Este segundo blog nasceu com a minha necessidade de conversar com minhas saudades, minhas memórias guardadas da infância e juventude.  Mais intimista e pessoal, ele foi ganhando espaço.  O Língua tem de tudo. Histórias sobre mim e minha gente, receitas, filmes, videos, poesias. Ele é como meu caderno secreto. Inclusive, em seu início ele era negro com letras brancas, como se eu realmente escrevesse no escuro do meu quarto.

Este tambem passou por muitas vicissitudes, mudou de portal, de cores, perdeu fotos e comentários,  mas sobreviveu quase intacto em seus textos.

Tentei muitas vezes recomeça-lo sem êxito. Até que me apareceu a Central do Textão. Um lugar que acolhe muitos daqueles blogueiros da minha época. Um lugar para passear entre amigos. É como passear numa praça de cidadezinha, onde a gente reconhece antigos colegas do instituto, quando quase todos estavamos aprendendo essa nova forma de comunicação e registro dos proprios pensamentos.

Os Textãos ainda tem seu charme. Seu apelo.

Espero que desta vez eu realmente me sente aqui, no quarto azul das borboletas,  com vontade de conversar.

Muito obrigada por ter sido aceita.

 

 

 

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Por causa de Lucia…

Pois é…

Um dia abri meu Facebook e encontrei uma cartinha assim:

“Olá Nora, Desculpe-me por estar neste seu espaço.

Há tempos atrás lia de vez em quando suas mensagens no blog língua de mariposa. Gostava de sua partilha que me parecia uma pintura com os detalhes que davam vida a narrativa que fazia. Fiquei um bom tempo depois sem entrar nele, mas ficou arquivado no meu FAVORITOS junto com outros assuntos que julgo interessantes. Hoje, me veio a vontade de entrar lá e ver qual novidade Nora estaria partilhando após um bom tempo e me surpreendi com o seu anúncio do final do blog já ocorrido desde o ano passado. Gostei da imagem da passagem – o Bardo de seu blog – “virar poeira de estrelas”. Enfim, quero deixar registrado que gostei de ter navegado em seu blog (e o seu foi o primeiro blog que acessei por indicação de uma amiga – normalmente não tinha interesse em blogs), em sua inteireza nas partilhas e até nos silêncios. Te desejo Paz e todo o Bem.

Com carinho Lucia ”

Gostei muito e guardei. Tentei apenas agradecer e seguir meu caminho… mas não pude. Acho que vou voltar a escrever. Não sei se manterei o nome do blog… talvez ele escolha outro. Algo se partiu nas muitas vezes que teve que ressussitar. Sigo feliz, Lucia. Isso é o melhor de tudo.

Obrigada pelo carinho.

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O mundo virtual é tão real…

Vejam só onde pode chegar um blog, mesmo um tão pouco conhecido como o meu. Durante todo o tempo que escrevi sobre a Espanha, nos antigos endereços principalmente, recebi mensagens de pessoas que guardavam meus posts para utilizá-los em suas viagens. Algumas delas mudaram completamente o roteiro de suas férias europeias e vieram aproveitá-las em algumas cidades que eu tinha visitado. Era uma delícia comprovar que o que eu estava vivendo emocionava e inspirava uns viajantes brasileiros.
Alguns textos pessoais também fizeram alguma história pelo mundo virtual. Um dia, recebi por e-mail um spam que era um texto meu, Neura de Mulheres. Dizia que o autor era desconhecido. Respondi para o remetente, assumi a autoria do mesmo e agradeci a divulgação.
Depois disso, durante um ano inteiro, recebi dezenas de cópias do mesmo texto, já com meu nome. Fiquei contente que uma cronica minha tivesse se transformado em um spam. Significava que um bocado de gente se identificava com ela. Gostei.
Outro texto comentado por muitos é A Casa e O Rio. Fiz amigos através dele. Infelizmente os comentário ficaram perdidos quando salvei o arquivo de um apagão, mas os amigos ficaram. Conheci pessoalmente vários deles.
Sonja, uma brasileira que vive há mais de 20 anos na Inglaterra, foi a primeira. Quando nos encontramos, em Londres, ela confessou-me que estava emocionada por estar tomando um café com a “escritora” da cronica que ela mais gostou de ler em todos os blogs que havia visitado. Disse-me que chorava sempre que o relia e que o havia enviado para todos os seus amigos. Engasguei com o café quando ela me chamou de escritora. Quem me dera! Quase que choro eu!
A história de amor que me trouxe à Espanha é outra das grandes atrações desse blog. Tenho uma porção de amigos, aqui e no Brasil, conquistados depois que escrevi como tudo se passou. O drama e a graça dos encontros e desencontros entre Ele e eu seduziram e fascinaram os leitores de uma forma que me surpreendeu e inspirou. Escrevi dez capítulos! Cada vez mais gente me pedia para continuar. E eu continuei…
Até hoje isso acontece. Gente que chega por acaso aos arquivos do Língua de Mariposa através do Google, lêem os posts sobre a Espanha ou sobre a depressão, ou ainda sobre um livro ou filme que indico e me escrevem encantados e agradecidos. E me pedem para continuar…
Que maravilha! Eu adoro, viu!
É por isso que sempre volto.
Pois hoje quero comentar publicamente um desses prazeres. Mais de um ano atrás recebi uma mensagem eletrônica de uma artista, Clarissa Garcia, que vive no Poço da Panela, um bairro histórico da cidade do Recife.

Ela é antropóloga, além de artista plástica.

Ao ler A Casa e O Rio, emocionou-se muito e pediu-me para usá-lo em um projeto da tese de doutorado que ela estava escrevendo sobre os moradores do bucólico bairro onde vivi, quase inteira, uma das minhas vidas. Eu concordei.
Depois de um tempo ela perguntou-me se eu conhecia um artista amigo seu, pois achava que eu já havia ido à sua casa, jantar. Imaginem!
Pois fui mesmo. Tive um breve affair com o artista amigo dela e uma noite ele me convidou para jantar com um casal de amigos no Poço.
Tenho uma boa recordação daquela noite, junto à gente inteligente, simpática e agradável, embora esta lembrança estivesse guardada nos escondidos da memória. Clarissa reavivou-a e senti uma enorme alegria por saber que a lembrança que ela tinha de mim também era boa.
Agora a artista “está montando uma espécie de galeria em sua casa que vai funcionar como um clube para amigos e curtidores dessas coisas todas: tem uma biblioteca, filmes para assistir, fotografias para olhar e para vender, amigos com violão, quadros, cerveja, whisky e delícias para comer, etc.” em suas próprias palavras.
Não posso deixar de compartilhar isso com meus amigos do Brasil… é tudo que mais gosto na vida. Livros, filmes, fotos, música, um “visquizinho com gelo” e comidinhas gostosas. Ainda mais com a artista ali mesmo, juntinho! Tudo isso dentro do coração do Poço da Panela, bem diante da Igreja onde mora o Lorde e por onde passa o rio da minha história!
Imperdível!
Quem quiser conferir é só ir lá na Rua Álvaro Macedo, 54. A rua fica em frente à igreja e a “casa é vermelha, com um terraço em cima”.
Antigamente era aí mesmo que funcionava o famosíssimo e maravilhoso Bar da Beata.
Parece que que a casa, que tem alma boêmia, quer seguir sua missão. Clarissa vai ajudar…
É de bom tom dizer que foi indicado pela Nora Borges, do Língua de Mariposa.
Acho que ela vai gostar.

Por enquanto, quero apenas que conheçam o trabalho desta maravilhosa artista que retrata e pinta o Poço da Panela com extrema sensibilidade, bom gosto e inegável talento.
Queria que o Lorde pudesse ver nosso antigo e querido bairro, tão bem representado pela excelente qualidade de seu trabalho.
Há tanta coisa que eu queria mostrar ao  Lorde, se pudesse.

Desde que vivo na Espanha sinto uma saudade diferente dos meus pais.
Cada vez que vou a um lugar particularmente bonito, quero repartir com eles minha imagens.
Muitas vezes, infinitas vezes, penso em ligar para a Princesa para contar-lhe algo, compartilhar minhas emoções. Por uma minúscula fração de segundo esqueço-me que ela está morta, que não posso chamá-la por telefone, nem rir com ela, nem escutar sua voz e sua lindas risadas.
Então tento me conformar e dedico-lhe silenciosamente o meu momento.
Decidi dedicar esse post a eles, ao Lorde e à Princesa porque eles adorariam conhecer o precioso trabalho de Clarissa Garcia, essa artista que ama o Poço do Panela como eles o amavam e como eu amo até hoje: apaixonadamente.
Dedico-o também a você, Clarissa… e à sua mãe.
Assim que eu estiver no Brasil, irei à Casa Vermelha do Poço da Panela.
Pode esperar!
Se ainda não entraram no link da artista, entrem AQUI para visitar a exposição virtual das fotos pintadas. Sáo bárbaras!

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Em obras…


Eu tenho blog desde Maio de 2003.

Comecei em outros endereços e com outros nomes: Impressões, Como Shirley Valentine, Cicatrizes da Mirada e, finalmente, o Língua de Mariposa.

Esse vingou como um representante de todos os outros e permanece há cinco anos , apesar das longas desaparecidas.
Agora estou prestes a mudar outra vez…

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Saindo da toca…

recoletos-madrid
A foto mostra meu café favorito, Café Recoletos, no centro de Madrid, adornado como uma noiva. A fantástica nevada foi um presente da natureza neste nove de Janeiro e eu estava lá… caminhando sob a neve e tomando um café quentinho por trás dessas maravilhosas vidraças bem no meio do Paseo Recoletos. Bárbaro!
……………………………………………….
A todos que vieram aqui e deixaram seus recados, obrigada. Aos que vieram e não deixaram nada eu também agradeço porque esse fluxo, mesmo durante um abandono tão grande, me incita a voltar.
Queridos, de vez em quando o blog sai de férias, ou inverna, dorme. Mas não morre. Desta vez ele passou dos limites e quase morreu. Graças a voces e suas mensagens carinhosas ele sobreviveu. Obrigada pela paciência.
Aos novos vistantes quero registrar também meu muito obrigada. Já os visitarei… me aguardem.
Beijos de Feliz Ano Novo!
Voltei.

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Dicas Valiosas… desde o Inferno do Verao!


Estou na piscina o dia inteiro… e quando volto me meto debaixo da mangueira do jardim, e quando entro em casa me meto na ducha…
Quarenta graus, ( 40!) em Santorcaz é desmaiante…
Meu último mês de paraíso foi invadido pelas bruxas. O ar condicionado quebrou, nem um ventilador existe para quebrar o galho, os leques estao espalhados por toda a casa, mas ñ resolvem…
Resultado: desespero.
Depois volto para contar sobre meu novo destino…
Enquanto isso vejam só que maravilha de página! Podemos escolher a cidade e viajar no texto! Uma beleza!
Vou dar o link de Madrid. Está muito bom! Mas depois é possível voltar ao ponto inicial, Home , e escolher qualquer outro lugar.
Vou ali mergulhar embaixo da mangueira e já volto!
Afff! que mês! Mudança, calor … e inferno astral!

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Profano

Sofia estranhou aquela consistência. Meteu os dedos na massa e levou-os à boca só para constatar que o gosto também fugia ao comum. O comum era não ter gosto. Entretanto seguira à risca os ensinamentos da mãe.
Padre Rafael apareceu na porta no momento em que ela lambia os dedos. De bermudão. Sofia enrubeceu. ‘Algo errado?’ Perguntou ele se aproximando. Sem esperar resposta, tomou a mão da moça, enfiou-a de novo na massa, lambeu cada um dos seus dedinhos e sentiu o estremecimento do seu corpo. ‘Não se preocupe, filha, estas hóstias ainda não estavam consagradas.’
Leila Silva
Ps. Leila é dona do excelente blog Cadernos da Belgica.

Adoro seus contos.

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Eu insisto…

Estou navegando outra vez… devagarzinho. Uso um computador emprestado que não gosto muito porque não tem acentos e eu tenho que escrever dentro do Gmail porque o Word dele funciona mal e de vez em quando apaga tudo.
A campanha está em pleno vôo…e o novo computador já vem no mês que vem. Rá!
Claro, por enquanto este aqui vale mas não é como ter os meus arquivos a mão, minhas fotos, minhas anotações.
Estou aproveitando para dar uma renovada nos links e visitar os blogs que eu visitava de vez em quando. Descobri que muitos desapareceram. Uns se despediram num último post, outros simplesmente deixaram de postar, alguns mais apenas mudaram de endereço, de cara, de nome.
Algumas pessoas tiveram suas histórias bruscamente alteradas por uma doença ou perda de um ser querido e seus blogs refletem essas mudanças. Vi que um bocado de gente mudou de cidade, de país…
Dentro da Verbeat  também houve um mundo de alterações. Gente nova chegando, gente saindo, gente abrindo outros blogs… mudanças que eu não acompanhei. Percebi que estava longe da net há um bocado de tempo. Mais tempo do que eu queria acreditar.
Quando comecei a blogar, em maio de 2003, fiz parte, por um tempo, de um grupo de blogueiros muito legal e podia, dentro das limitações da minha conexão, visitá-los com certa frequência. Depois de 2005 o boom de blogs foi tão grande que me perdi. Já não pude acompanhar a expansão… a não ser que pudesse ( e quisesse ) passar o dia ( e a noite ) no computador. Eu acho que nem assim…

Nunca aprendi a usar o RSS. Gostava de entrar no blog, gostava de ver a página em seu original.
Não entendia muito bem por que as pessoas valorizavam tanto o tempo que economizavam lendo os textos sem entrar no blog, até que me explicaram que precisavam ler entre 200 e 300 blogs por dia. Uff! Acho que fui ficando com um certo complexo de inferioridade. Passei a visitar dois ou três… por semana! Ou quatro por mês…Ou nenhum!
E foi assim que eu fui me desligando dos blogs e dos seus assuntos.
Mas eu quero voltar. Quero continuar a escrever aqui, mesmo sabendo que meus amigos de carne-e-osso e irmãos não lêem. Que a maioria dos meus amigos-virtuais de antes não vem mais aqui, que os prováveis visitantes que lêem um ou outro post através de alguma busca do Google nunca comentam nem deixam pistas maiores que o registro do contador.
Não importa. Vou voltar por mim. Porque eu gosto de escrever, porque preciso pensar alto e quando escrevo aprendo mais sobre mim ou sobre o tema que escrevo.
Tenho a sorte de ter também uns leitores-amigos-virtuais que nunca desistem de mim e sempre estão bisbilhotando o Língua atrás de novos escritos.
Vou tentar trazer uns posts antigos do Cicatrizes da Mirada, pois este sim, de vez em quando ainda recebo e-mail pedindo-me cópias de antigas publicações.
Antes me dava um certo corte repetir posts antigos, mas agora, aproveitando a “penumbra” e os poucos que ainda estão por aqui eu vou trazê-los, se não se importam.
É isso. Voltei.

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Ela voltou…

Laura me chamou para jogar e eu fiquei feliz da vida só por ela estar querendo brincar comigo e voltar ao seu blog. Ela é uma das primeiras pessoas com quem eu fiz contato em meu primeiríssimo blog, em maio de 2003.
Laura, junto com Milton Ribeiro, Chico Sena, Zadig, Angela Lemos,Tomaz Magalhães, entre outros poucos leitores que eu tinha na época do Impressões, foram os grandes incentivadores para que eu seguisse escrevendo apesar dos boicotes da Globo e do Mblog.
Ela é uma querida e, mesmo que nunca tenhamos nos encontrado, sabemos que será bárbaro quando aconteça. Vou agradeçer ao Zadig e ao Chico por trazerem-na de volta o Pensamentos de Laura.
Aí, vai a brincadeira.
1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª) Abra-o na página 161;
3ª) Procurar a 5ª frase completa;
4ª) Postar essa frase em seu blog;
5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6ª) Repassar para outros 5 blogs.


O livro: Dicionário de Citações.
A frase é de Cicerón: “ No hay fase en la vida, pública o privada, libre de deveres” ( Não há fase na vida, pública ou privada, livre de deveres )
Só não vou repassar para outros 5 blogs porque eu também passei um bocado de tempo longe daqui e nem sei para quem ofereçer a brincadeira. Perdão.
Mas…se você quer brincar tome o exemplo acima e faça o mesmo. Depois venha me buscar que eu vou lá no seu blog ler, está bem assim?
PS. Estou morrendo de vontade de fazer a brincadeira diferente.
Quero escolher o livro e a frase. Ho ho ho!

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Navegar é preciso…

Neste imenso mar de blogs, a ampla navegação está cada vez mais difícil de dominar, mas os encontros virtuais, pelo menos para mim, continuam sendo pequenos e delicados toques de carinho.
Apesar da minha inconstância aqui, e também nas páginas daqueles que eu visito de vez em quando, os sinais que tenho recebido desde imenso oceano têm sido sempre tão encantadores como quando éramos apenas um diminuto lago nesse vasto planeta cibernético.
Outro dia eu publiquei um fragmento de texto cuja autoria estava creditada a Fernando Pessoa. Eu o encontrei enquanto estava à deriva, num destes passeios cegos que fazemos e não sabemos nem de onde vínhamos nem onde chegamos. Só sei que ele estava em uma página espanhola e precisei traduzí-lo, pois em Português não aparecia por nenhuma busca realizada.
Após alguns dias, dois amigos blogueiros comentaram comigo que o fragmento poderia não ser do poeta português, pois a Internet está inundada por poesia e prosa de outros, atribuídos a ele. Confesso que também eu comecei a duvidar da autoria, pois entre meus livros de prosa de F. Pessoa não encontrei o tal fragmento.
Acontece que me doía que não o fosse e cada vez que o lia, reconhecia um tom, um algo,um sussurro que soprava dentro do ouvido e que era um som reconhecido, dele e meu, de alguma época de meu passado, remoto tempo em que eu fiquei sem deus, sem mãe, nem pai, nem irmão, nem amigo… abandonada por mim mesma dentro de um poço.
O texto era tão “ele” que ainda resisti a retirar a assinatura, até que um dia pensei que era minha obrigação retirá-la, porque as pessoas que por acaso acessassem o blog poderiam enganar-se como eu havia me enganado.

Uma bela manhã destas, um suave toque na caixa de comentários me devolvia o sorriso. Que alegria! Um navegante desconhecido enviava-me uma mensagem, uma garrafa-mail com um singelo bilhetinho. Avisava-me que o texto era de Fernando Pessoa, mais específicamente do seu semi-heterônimo, Bernardo Soares. Segundo ele, o texto publicado fazia parte do fragmento 88 do Livro do Desassossego.
Êba! Eu tenho! Eu sabia! Eu sabia!!!!
Extremamente feliz, agradeci e fui correndo buscá-lo na estante. Contei os fragmentos um a um, pois em meu livro eles estão separados por um pequeno símbolo. Não o encontrei… como assim?
Pronto… agora o que fazer com essa agulha enfiada na garganta?
Enviei ao novo amigo navegante, Luiz Madureyra, um SOS pedindo um detalhe maior,. Minha edição organizava os fragmentos por temas e em capítulos, o que significa que os textos estavam dispostos ao gosto de seu editor. Que desassossego!


Apesar de possuir o livro desde 1986 e ter sido um dos poucos que eu pude trazer do Brasil, fazia já um bom tempo que não o tomava nas mãos.
Reencontrá-lo foi um presente delicioso…mas foi também um exercício de memória e dor que eu não esperava fazer agora.
Enquanto buscava e buscava, encontrei-me outra vez com a impressionante linguagem do guardador de livros, sua tristeza, sua solidão… suas conversas com as ruas de Lisboa, com os livros das entantes, com um deus que o deixava entregue à própria sorte, com o cinismo triste de quem não tinha esperanças, nem para si nem para o mundo e sem sequer saber onde buscá-las.
Pois sim…
Delicadamente, Luiz Madureyra respondeu que encontraria uma maneira de ajudar-me. Ele entrou em contato com Bill, outro navegante desses estranhos e enigmáticos mares… que enviou-me outra garrafa, (moderna e antiga forma de trocar informações) com um link de um site maravilhoso, onde eu poderia localizar essa obra e muitos outros artigos.
Fantástico, não é?
Obrigada aos dois. Por me ajudarem a confirmar a autoria do texto e também por fazerem com que eu voltasse ao Livro do Desassossego e pudesse novamente desfrutar de reflexões tão fortes e tão profundas!
Bill também tem dois outros blogs, um deles dedicado a Fernando Pessoa e outro dedicado a Florbela Espanca.
Que grande achado! Estou louca para mergulhar neles!
Aos amigos blogueiros Meg e Manoel Carlos também agradeço pelo toque delicado da dúvida, só assim foi possível desenlaçar o nó e consolidar a autoria do fragmento.
Que bom poder contar com vocês, sempre!
Então…
Aproveitando o assunto… penso que se todos nós fizéssemos o esforço de confirmar a autoria de determinadas mensagens que recebemos por e-mail, poderíamos minimizar a quantidade de falsificações literárias que correm pela Internet.


Já recebi tantos Fernando Veríssimo, Neruda e Garcia Marques cuja simples observação do estilo e do vocabulário já descartaria que tivessem sido escritos por um desses escritores!
Neruda então, vem cada uma!
Também tenho recebido textos de anônimos assinados por jornalistas conhecidos e famosos que, claro, nunca os escreveram, assim como notícias truncadas sobre circunstâncias da política ou da economia brasileira que já foram desmentidas ou apenas são interpretações manipuladoras dados fatos.
Vou atrás, investigo, pergunto. Na maioria das vezes dá para descobrir a verdade ( ou a mentira ), outras não, mas sempre procuro ler e analisar com bom senso e jamais passá-las adiante no impulso e no calor da hora.
Aborto a corrente aqui mesmo.
Sei que isso não muda em nada o panorama das redes do ” vamos jogar no ventilador que ninguém confere mesmo a veracidade das informações que recebe” mas pelo menos faço a minha parte.
Faço questão de não contribuir para aumentar o seu alcance através dos meus contatos.

Tenho meus próprios filtros para spams e com eles eu vou ainda mais longe.
Vejo-os como se fossem os vírus que vêm por meio de links e frases de efeito… e apago-os todos (ou quase todos) antes de ser infectada.
Há tantas maneiras de adoecer…

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Dia Internacional da Mulher…


( Essa foto é de um site sueco.)
Mulheres de todas as raças e idades…
Recordem que uma ação vale mais do que mil palavras…
Não acreditem em amores cruéis. Não há amor na crueldade!
Não negociem sua dignidade. Nunca!
Não apiadem-se de seus carrascos. Eles não precisam de sua piedade, mas se aproveitam dela. Eles se alimentam de seu medo!
Por favor! Cuidem-se.
Amem-se.
Procurem ajuda.
DENUNCIEM A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Postagem coletiva pelo Dia 08 de Março.
Sugestão de Denise Arcoverde, do Síndrome de Estocolmo.

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Um abraço…


Meus amigos, eu nunca havia imaginado que publicaria aqui um vídeo, mas este é muito especial. Quero agradecer a todos que vem aqui para ler e deixar um palavra de atenção e também aos que vem e se vão em silêncio. São todos muito bem vindos.
Sintam-se abraçados!

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Recados …

“A vida é ingrata no macio de si; mas transtraz a esperança mesmo do meio do fel do desespero. Ao que, este mundo é muito misturado…”
“Natureza da gente não cabe em certeza nenhuma”.

Mais uma vez fala Riobaldo, em Grande Sertão, Veredas.
João Guimarães Rosa,
*********************************************************
E como Il Postino, uso mais uma poesia para falar por mim. Para que não nos esqueçamos nunca que somos partes, e que elas podem, às vezes, confundir-se e desencontrar-se. Para traduzi-las e compreendê-las…é preciso arte.

Traduzir-se
de Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
– que é uma questão
de vida ou morte –
será arte?

Este post, escrito pelo Inagaki, precisa ser lido por quem deseja estar informado sobre os acontecimentos que cercam a morte e a não-morte da Meg.

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Uma luz na escuridão…


Gosto de ti quando calas porque estás como ausente
e me ouves de longe, e minha voz não te toca.
Parece que teus olhos tivessem voado
e parece que um beijo te cerrara a boca.
Como todas as coisas estão cheias de minha alma
emerges das coisas, cheia da alma minha.
Mariposa de sonho, te pareces a minha alma
e te pareces à palavra melancolia.
Gosto de ti quando calas e estás como distante.
E estás como queixando-te, mariposa em arrulho.
E me ouves de longe, e minha voz não te alcança:
deixa-me que me cale com o silêncio teu.
Deixa-me que te fale também com teu silêncio
claro como uma lâmpada, simples como um anel.
És como a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão longínquo e singelo.
Gosto de ti quando calas porque estás como ausente.
Distante e dolorosa como se tivesses morrido.
Uma palavra então, um sorriso bastam.
E estou alegre, alegre que não seja certo.

Poema XV
Pablo Neruda

*ela está viva.

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Para Meg…

“Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando.
Isso que me alegra, montão.”
Riobaldo, em Grande Sertão, Veredas.
João Guimarães Rosa
A Meg agora é pó de estrelas… é imensidão. Agora ela é eternidade.
Porque, como disse nosso grande mestre, um dia : “As pessoas não morrem. Elas ficam encantadas.”
……………………………………………………………………………………….
Ps1: Este post faz parte de uma rede de homenagem virtual a Meg do SubRosa.
Ps2: Ao que parece, a morte de Meg foi apenas virtual, e não real. Fico contente que ela esteja viva. Mas de qualquer forma, quero deixar o post aqui. Porque ele retrata o sincero sentimento que me inspirou.
Que estejas bem, Meg. É o que espero.

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A Idéia…


Papéis, envelopes e canetas sempre foram uma paixão!

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Festa!

Festa no Jardim da Verbeat. Jingle-bell…jingle-bell…
Vinhos e cavas espumantes nas finas taças… tin-tin!
É a festa de Amigo Secreto do condomínio! Beijos e troca de presentes. Cada um escreverá hoje um post dedicado a seu amigo. Assim, todos os visitantes do Língua de Mariposa estão convidados a tomarem uma “copa” e provarem uma iguaria pelas nossas casas.

Mais um ano que passa e cada vez fico mais encantada com o mundo da Internet. Agora, pela primeira vez, estou fazendo parte de um amigo secreto virtual. Ideia de El Rey da Verbeat, um condomínio onde as casas (blogs) abrigam os vizinhos mais variados desde as diferentes idades, estilos de vida, trabalhos, localizações geográficas, experiências de vida, etc.
Os pontos comuns entre todos são a simpatia, a graça (um do traços mais fortes do grupo é o bom humor), a disponibilidade, o bom caráter.
Estou toda satisfeita por estar em tão boa e carinhosa companhia!
Por sinal, no Top 15 de blogueiros charmosos da blogosfera, temos 5 representantes. Um em cada três dos finalistas que está bem aqui no meu jardim! E ainda considero que o Afonso, que ficou de fora desta vez, deveria entrar no próximo! E em primeiro lugar!
Situaram a festa?


Agora as convidadas de honra desta casa ( sim, eu tinha que tirar mais de uma né?) minhas amigas secretas, são as meninas do Finaliza ou Dispersa, uma república democrática e barulhenta comandada por 5 jovens e cheias de graça e picardia. São elas : chilli, malagueta, de cheiro, dedo-de-moça, e do reino.
Elas picam de verdade!
As meninas temperam suas ideias sobre encontros e desencontros, falta ou presença de sentimentos com a brejeirice e malícia da especiaria que desperta os sabores da maioria dos pratos considerados “fortes”, mas que podem, dependendo do peso da mão que sazona, destruí-lo.
Elas sabem os riscos. E demonstram que gostam de brincar com eles!
Os meninos que se cuidem! Elas são fogo na língua!
Apesar de terem bom coração e estarem em plena época de Indultos de Natal, quem pisar na bola vai diretinho para a vala.
Meu presente, de coração, para estas simpáticas frutinhas picantes e faceiras é que encontrem pela vida a fora muitos motivos para divertirem-se e serem felizes.
Um beijo e um abraço desde Madrid.
Feliz Natal, meninas!

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Em Tempo…

Uma dica: Blogagem coletiva sobre o tema Violência contra a Mulher.
A iniciativa foi da maravillosa Denise Arcoverde e muito bem recebida por um grande grupo de blogueiros. No blog Síndrome de Estocolmo há uma lista de blogs que publicaram posts dedicados à mulher e às diversas formas de violência as quais o gênero feminino é submetido por todo o planeta.
Mesmo sem estar por dentro da convocatória da Denise, por “ondas cósmicas” publiquei um post no dia 20/11 justamente sobre as Mulheres Esquecidas.
Eu posso estar dando um recado atrasado para alguns, mas se acaso alguém perdeu o bonde como eu… ainda está tempo! Tanto de ler quanto de escrever.
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Estou encantada com o livro Blog de Papel. Eu já conhecia boa parte dos blogueiros eleitos para participar do projeto e sabia que eram bons mas mesmo assim fiquei muito impressionada com o excelente nível dos textos.
Parabéns ao grupo todo!
Milton e Cláudia, muchas gracias por el regalo!
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Para Bruno
Névoa no coração…
Aos amigos devia ser proibido sofrer.
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Para Jac
“Eu tenho que ser minha amiga; se não, não aguento a solidão. ”
( C. Lispector, em Um sopro de vida)
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Coluna Social…


Pois sim…
O Milton Ribeiro e a Cláudia chegaram e partiram num mísero piscar de olhos.
Enquanto eles desayunavam o Museo del Prado, desde as nove da manhã, com direito ao melhor de Velazquez e Goya, belos Bosch, Ruben, Ribera, Caravaggio, etc, nós conseguíamos evitar a hora punta e entrar em paz em Madrid.
O encontro foi pontual. Às 11:30 na porta norte do museu.
Segundo eles, duas funcionárias apontaram para direções contrárias ao serem perguntadas onde ficava a bendita porta. Vai ver elas tiveram a mesma professora de geografia que eu tive na infância. A freirinha ensinou-me que o norte era na minha frente, o sul atrás, leste à direita e oeste à esquerda.
Ora… simples, tonta! Não é?
Ainda morro de rir quando lembro que qualquer que fosse a minha posição eu achava que o norte estava sempre diante de mim! Rá!
Bueno… eles a encontraram ( a porta ) e nós também. (Foto do Milton num antigo sebo de livros)
A idéia era conhecer-nos caminhando entre as ruas e praças, tomando umas copas e provando umas tapas, até a hora em que eles voltassem ao aeroporto, com Roma como destino principal.
Madrid era só um pit stop.
E foi assim.

Depois de conseguirmos calçar a Cláudia, que veio com os pés prisioneiros e sufocados por uns belos e negros sapatos de salto e bico finos, torturantes e demolidores de qualquer tentativa de felicidade, ( minha especialidade em outras épocas e viagens) aproveitamos a beleza da cidade à pé, com sol e frio.
Delícia de dia!
( Foto na janela de uma Taberna ao lado da Plaza Mayor)
Entre a Puerta del Sol, Plaza Mayor, Plaza del Oriente e Palácio Real, caminhamos tranquilos e escutamos os músicos que tocavam nas ruas, entramos em antigos e tradicionais Tabernas, Cafeterias e Mesons de Madrid para uma conversa amena e agradável e as deliciosas tapas e vinhos espanhóis.
O cardápio madrileño é variadíssimo, mas ficamos entre pato defumado com queijo de cabra, salmão, jamón ibérico, lomo de cerdo, morcilla de burgos com setas, pães chapata e vinhos Rioja …. ufa! e batemos um papo tão descontraído e gostoso que nem sentimos o tempo passar.
Eles me trouxeram uma camiseta Verbeat ( objeto de desejo disputado quase no tapa aí no Brasil ), A Paixão Segundo São Mateus e As Suites para Violoncelo, de Bach (bárbaros!), um Aurélio virtual ( necessário e imprescindível para mim) e o livro manchete do momento na blogosfera, o Blog de Papel ( esse merece um post à parte).
Imaginaram minha cara de felicidade? HEiM?!
Pois sim… a-d-o-r-e-i !
À Milton dei um disco ( O Souk – Ethnic Fusion, de Tarifa ) que nem sei se ele vai gostar pois é uma proposta meio diferente do que ele costuma ouvir, mas à Cláudia dei um livro com as 100 Melhores Tapas Espanholas.
Esse com certeza ambos vão adorar!
Aí acabou o tempo.
Só deu para isso mesmo. Mas já valeu como primeiro contato pessoal.
Nós dizíamos isso a três por quatro, entre muitos abraços: “Que bom estarmos juntos aqui!”
Depois de uma curta volta de carro por Cibeles e outros monumentos, deixamos um Milton com cara de relaxado, quase adormecido, na porta do aeroporto às seis da tarde.
E uma Cláudia disposta a viajar com os confortáveis tênis comprados na Calle Preciados e relegar os belos e finos saltos à mochila de mão.
Ninguém merece ir sofrendo e infeliz à Roma.
Muito menos uma mulher cheia de graça e energia como ela. ( Foto na Meson De La Cava)
Aí…entrou por uma perna de pinto… saiu pela perna de pato…

E o Rei mandou dizer… Voltem!

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Pequenos Toques…


Se você tem um blog ou não, o fato de estar aqui, lendo esse post, já é um bom motivo para responder essa pesquisa que o pessoal da Verbeat  idealizou com a intenção de traçar um perfil do universo virtual blogueiro.
Serão apenas uns minutinhos de seu tempo e a gente agradece!
Clik no selo aí acima e colabore!
Ah! Um toquezinho de coluna social:
Amanhã vou conhecer Milton Ribeiro e sua mulher, Cláudia Antonini, ambos de passagem por Madrid à caminho da Itália. O Milton é companheiro virtual desde 2003 e meu vizinho da casa cinza de janelas vermelhas, aqui no Condomínio Verbeat.
Eu já tive o prazer de estar com sua irmã e cunhado, Iracema e Sílvio, quando eles estiveram visitando a Espanha. Ambos encantadores e simpáticos!
Passamos uma noite divina na Plaza de Sant´Ana!
A Iracema era leitora assídua do Cicatrizes da Mirada e trouxe vários posts impressos para aproveitar melhor sua passagem por Sevilha, Córdoba e Granada.
Vê só que mundo novo se abre através dos blogs?!
Pois sim… Amanhã, Pernambuco e R.G.Sul se encontrando em Madrid!
Aguardem as notícias do Grande Encontro !
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Uma dica:
Agora o(a) leitor(a) deste blog pode acessar diretamente nas Categorias aí ao lado e ler os posts publicados sobre determinados temas, sem precisar entrar no arquivo geral. Cortesia do meu ÍDOLO, o Síndico Verbeter ~~ Gejfin ~~
Que tal experimentar! Tem muito post sem nenhum comentário porque vieram dos antigos blogs desaparecidos. E aposto que alguns de vocês não os conhecem.

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